Canada plays hard in the cryptocurrency mining process.

in GEMSlast month

This publication was also written in SPANISH and PORTUGUESE.

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Coingape

Although it is still seen as a very controversial process by many people due to its extreme expenditure of electricity (which can bring serious environmental problems, in addition to potential blackouts), cryptocurrency mining is an increasingly large reality in Canadian lands. The company responsible for this is called Bitfarms and is the largest and strongest cryptocurrency mining company in the country. This process has a very strong appeal in Canada, and it will tend to increase even more in the coming years.

In a bold step, in order to retain a significant share of Bitcoin hash rates (which in total, on a global scale, is 159 EH / s), Bitfarms' next steps include a very high investment in the purchase of machines superpowers. By the end of December 2022, the company will receive no less than 48 thousand new machines, increasing its hash operational capacity by eight times by the end of that period. Without a doubt, it's a very "voracious" plan.

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The Block

The equipment will be delivered gradually, and installed in the hydroelectric plants, which are located in the province of Quebec. According to Emiliano Grodzki, who is the CEO of Bitfarms, due to the global shortage of wafers (used in semiconductors), the supply of mining companies will still be a big challenge and therefore, he wants the company to be ahead of this possible "storm" "to gain more space with a totally modern and powerful structure to suck as much of this scenario as possible.

This entire "arsenal" of machines will be produced by MicroBT, which is a manufacturer in China specializing in the manufacture of these types of mining equipment, and if this trend spreads around the world, this type of process will have to be reviewed. What is already under discussion in some countries, precisely because of the complexities that these "megalomaniacal" activities can cause in negative terms for other sectors due to all the excessive use of electricity that is necessary.


Canadá juega duro en el proceso de minería de criptomonedas.

Aunque todavía es visto como un proceso muy controvertido por muchas personas debido a su gasto extremo de electricidad (que puede traer serios problemas ambientales, además de posibles apagones), la minería de criptomonedas es una realidad cada vez mayor en tierras canadienses. La empresa responsable de esto se llama Bitfarms y es el minero de criptomonedas más grande y fuerte de todo el país. Este proceso tiene un gran atractivo en Canadá y tenderá a aumentar aún más en los próximos años.

En un paso audaz, para retener una parte significativa de las tasas de hash de Bitcoin (que en total, a escala global, es de 159 EH / s), los próximos pasos de Bitfarms incluyen una inversión muy alta en la compra de superpotencias de máquinas. Para fines de Diciembre de 2022, la empresa recibirá no menos de 48 mil nuevas máquinas, aumentando su capacidad operativa de hash en ocho veces al final de ese período. Sin duda, es un plan muy "voraz".

Los equipos se entregarán gradualmente y se instalarán en las plantas hidroeléctricas, que se encuentran en la provincia de Quebec. Según Emiliano Grodzki, quien es el CEO de Bitfarms, debido a la escasez global de wafers (utilizadas en semiconductores), el suministro de las empresas mineras seguirá siendo un gran desafío y, por lo tanto, quiere que la empresa esté por delante de esto posible "tormenta" para ganar más espacio con una estructura totalmente moderna y poderosa para absorber tanto de este escenario como sea posible.

Todo este "arsenal" de máquinas será producido por MicroBT, que es un fabricante en China especializado en la fabricación de este tipo de equipos de minería, y si esta tendencia se extiende por el mundo, este tipo de proceso tendrá que ser revisado. Lo que ya está en discusión en algunos países, precisamente por las complejidades que estas actividades "megalomaníacas" pueden ocasionar en términos negativos para otros sectores debido a todo el uso excesivo de electricidad que es necesario.


Canadá joga pesado no processo de mineração de criptomoedas.

Apesar de ainda ser visto como um processo muito controverso por muitas pessoas por seu extremo gasto de energia elétrica (que pode trazer graves problemas ambientais, além de apagões em potencial), à mineração de criptomoedas é uma realidade cada vez mais porte em terras canadenses. A empresa responsável por isso se chama Bitfarms e é a maior e mais forte mineradora de criptomoedas de todo o país. Esse processo tem um apelo muito forte no Canadá, e tende a aumentar ainda mais nos próximos anos.

Em um passo ousado, para conseguir reter uma parte significativa referente as taxas de hash do Bitcoin (que em sua totalidade, em uma escala global, é de 159 EH / s), os próximos passos da Bitfarms incluem um investimento altíssimo na compra de máquinas superpotentes. Até o final de Dezembro de 2022, a empresa irá receber nada menos do que 48 mil novas máquinas, aumentando robustamente, a sua capacidade operacional de hash em oito vezes até o final desse prazo. Sem dúvidas, é um plano bem "voraz".

Os equipamentos serão entregues de maneira gradual, e instalados nas hidrelétricas, que ficam localizadas na província de Quebec. De acordo com Emiliano Grodzki, que é o CEO da Bitfarms, devido a escassez global de wafers (usados em semicondutores), o fornecimento de mineradoras ainda será um grande desafio e por isso, ele quer que a empresa esteja à frente dessa possível "tempestade" para ganhar mais espaço com uma estrutura totalmente moderna e potente para sugar o máximo possível desse cenário.

Todo esse "arsenal" de máquinas será produzido pela MicroBT, que é um fabricante da China especializado na fabricação desses tipos de equipamentos de mineração, e caso essa tendência se espalhe pelo mundo, esse tipo de processo terá que ser revisto. O que já está em discussão em alguns países, justamente pelas complexidades que essas atividades "megalomaníacas" podem causar em termos negativos para outros setores em decorrência de todo o uso excessivo de energia elétrica que é necessário.